Um aparelho de ressonância magnética funcional registrou a atividade do cérebro e converteu os dados em sons. As imagens captadas do cérebro são pré-processadas em 20 conjuntos distribuídos, onde cada um é atribuído a um tom da escala pentatônica.
O volume de cada nota está ligado à intensidade da atividade cerebral em cada região correspondente. No vídeo a seguir você vai poder ouvir a "trilha sonora" de indivíduos saudáveis alternando com pacientes esquizofrenicos. Devido à sutileza da variação sonora, vários exemplos são mostrados.
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Visualmente falando, dá pra perceber uma diferença entre as imagens coletadas e o que parece é que a imagem referente ao paciente é ritmicamente instável. Achei esse projeto muito interessante e posso até estar indo longe ao pensar que pacientes esquizofrenicos possam ser tratados com o auxilio do som ou da música. Mas é algo que gosto de pensar sempre. A partir da publicação desse vídeo, Elisa da Prato se interessou em produzir um documentário independente acerca dos "sons do cérebro" e os interessados no projeto podem apoiar através de doações e ainda acompanhar o andamento do processo. (http://musicofthehemispheres.com/) |